quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Contatos

Geralmente, como já disse, os primeiros contatos costumam acontecer depois de 1 ou 2 meses que o perfil ficou on line, desta vez, no meu caso, foi muuuito rápido. Recebi meu aceite em novembro, 2 dias depois já tive meu primeiro contato, passados 2 dias, mais um.... sei que no período de 1 mês falei com mais de 7 famílias, fechei com meu ultimo contato e já estou preparando minhas malas, pois embarco dia 21/02/2011!!!

É muito normal acontecer das famílias ligarem e depois nem darem sinal de vida, muitas fazem isso, ou porque já fecharam com outra menina ou simplesmente porque não estão interessadas mesmo. De qualquer forma, busque mostrar interesse, não desespero... interesse!! Pesquise sobre o lugar que a família mora, cultura, coisas para fazer, matérias na mídia... assim, se resolverem te ligar de novo, já irão perceber o seu interesse também. No meu caso isso foi bem legal, eles nunca tiveram Au Pair e ficaram bem animados quando eu disse que li até matérias do Wall Street sobre a cidade. Vale a pena.

terça-feira, 16 de novembro de 2010

Aceite

Finalmente, depois te tanta espera e rolo com minha papelada... RECEBI MEU ACEITE!!
e o melhor de tudo é que com o aceite veio em seguida uma família já! recebi o aceite em uma 2ª feira, na 4ª um e-mail sobre o interesse deles e na 6ª já tive meu primeiro contato. Isso não é normal, geralmente os primeiros contatos aparecem depois de aproximadamente 1 mês on line! Agora é esperar para ver no que vai tudo isso novamente!

terça-feira, 28 de setembro de 2010

domingo, 5 de setembro de 2010

Nem tudo é mar de rosas

Bom... já faz um bom tempo que não apareço por aqui, mas durante esse tempo muita coisa aconteceu nesse meu processo de ser Au Pair, inclusive DESISTIR do processo. Pois é, a primeira vez que me inscrevi foi bem na época de toda aquela crise nos EUA que abalou o mundo todo, inclusive a colocação nas familias. A crise chegou, as familias sumiram, arrumei um emprego bom na minha área, acabei viajando para outro pais e nada de ser Au Pair, conclusão.... deixei o processo de lado! Como eu já havia pago todas as taxas resolvi verificar o que poderia fazer com esse dinheiro já investido, me deram a opção de optar por outro programa e descontar. Mas não resisti, conversando com outras au pairs que estão nos EUA me acendeu a vontade novamente. Estou inscrita pela 2ª vez no Au Pair in America. No começo fiquei meio frustrada por não ir, é claro, mas deixei pra lá. Por outro lado foi bom, hoje vejo todo o processo com outros olhos. Não é tudo tão lindo e fácil como nos falam nas agencias, até falam das complicações, mas estamos tão aceleradas com tudo que não damos atenção. Acho que vale a pena eu deixar alguns conselhos importantes:  * Não deixe seu emprego pensando "vou mês que vem, * Não termine com seu namorado, * Não tranque sua faculdade, enfim, não haja precipitadamente com nada, leve o processo de Au Pair como um projeto paralelo na sua vida, deixa acontecer, e quando menos esperar... FOI! Agora que me inscrevi de novo, que estou mais madura com toda essa idéia parece que o processo foi muito mais rápido (tive que fazer tudo de novo). Já recebi meu aceite e estou na espera novamente....

quinta-feira, 19 de março de 2009

Vídeo de uma Futura Au Pair

Olá, abaixo segue o link do vídeo da Cilene, uma futura au pair. Obrigada por autorizar a publicação Cilene.
Espero que possa ajudar a todas.

http://s583.photobucket.com/albums/ss275/Cilenefn/?action=view&current=AuPairInAmerica.flv

Reportagem da Revista Veja

Crise é oportunidade para intercâmbio
18 de março de 2009

Por Natalia Cuminale

Crise mundial, dólar instável, desemprego em alta, crédito em baixa e o principal: insegurança sobre o que irá acontecer com a economia no futuro próximo. Esses podem ser motivos mais do que suficientes para muita gente adiar, reprogramar ou até mesmo cancelar uma viagem para o exterior a fim de realizar intercâmbio estudantil ou profissional. Porém, antes de tomar qualquer decisão a respeito, é importante ponderar sobre os reais objetivos da viagem, segundo explicam especialistas ouvidos por VEJA.com. Ricardo Rocha, professor de finanças pessoais do Ibemec São Paulo, é categórico: para manter os planos em momentos de incerteza, o projeto educacional deve ser "maior do que a crise". "Se a pessoa se planejou, tem os recursos necessários para fazer a viagem, então vá. A crise não deve cancelar esses investimentos", aconselha. Ele lembra que a experiência no exterior pode aumentar as chances de trabalho na volta.
Rocha explica que é importante ter disciplina, fazer sacrifícios e priorizar certos gastos para alcançar o objetivo. "Se sobrou dinheiro, compre dólares e guarde. É muito difícil fazer uma projeção de quanto estará a cotação da moeda no futuro, e a chance de errar é grande", diz. Para os mais disciplinados, o professor indica a abertura de um fundo cambial, sem o objetivo de especular e obter lucros, mas, sim, com a finalidade de proteção contra as oscilações do câmbio.
Até logo, Sydney - A turbulência econômica já provoca uma queda significativa na procura por intercâmbio, trabalhos em outras nações e até mesmo viagens para diversão. Segundo a Associação Brasileira de Agências de Viagem (Abav), de novembro até janeiro, a procura por viagens internacionais registrou queda entre 25 e 30%. "O turismo é sempre o primeiro a sofrer impacto de uma crise, mas também é o primeiro a sair. Viajar é uma necessidade 'psico-social'", aposta Leonel Rossi Jr., diretor de Assuntos Internacionais da Abav. "O setor registra queda porque as pessoas estão esperando um pouco para ver o que pode acontecer na economia", afirma Roberto Caldeira, diretor comercial da agência Experimento.
Edmilson Ferreira de Lima, de 21 anos, estudante de administração, é um dos que foram atingidos pelo receio sobre o futuro. Ele planeja aperfeiçoar o inglês e trabalhar em Sydney, na Austrália, mas já deixou a empolgação de lado e redobrou a cautela na programação do intercâmbio. "Estou fechando o meu orçamento, quero dar uma entrada um pouco maior para não ficar apertado pagando as parcelas por muito tempo. Fora isso, fico com o pé atrás de ir para lá e não conseguir um emprego", diz.
"25% off" - A crise traz incertezas, mas, como sempre, há o verso da moeda. Com o desaquecimento do mercado, as empresas de intercâmbio ampliam suas promoções. "Lançamos alguns pacotes para destinos alternativos, promoções na inscrição e taxa do dólar 'congelada', a 1,95 real", explica Caldeira, da Experimento. Um curso de quatro semanas de italiano em Florença, berço do Renascimento, sai agora 25% mais barato; inglês nos Estados Unidos, 20%; na Irlanda, 10%; na Inglaterra, 15%.
Já a True Experience aposta no ensino da língua inglesa na Cidade do Cabo, na África do Sul. O programa de quatro semanas lá caiu de 2.090 dólares para 1.699 dólares. O parcelamento do pagamento voltou a ser prática adotada por algumas centrais de intercâmbio. O curso de espanhol de quatro semanas oferecido pela Student Travel Bureau (STB) pode ser dividido em até 10 vezes.
Rotas alternativas - Quem está mesmo disposto a estudar fora, tem ainda outra alternativa à crise: países como Austrália, Nova Zelândia, África do Sul e Canadá. Enquanto a recente alta do dólar americano encareceu taxas, as moedas australiana e neozelandesa se mantiveram praticamente estáveis, segundo explica Caldeira, da Experimento. No fim de 2008, o dólar canadense também subiu, mas pouco, se comparado ao valor adquirido pela moeda americana.
Para aqueles que resistem em abrir mão de destinos mais tradicionais, como os Estados Unidos ou a União Europeia, ainda restam opções. De acordo com Victor Hugo Baseggio, sócio-fundador da Central de Intercâmbio (CI), estudantes que antes reservavam um mês só para passear pelos países visitados já reduziram o tempo de lazer para duas semanas. Outra opção é procurar hospedagem mais barata. "O estudante não compra mais o passe de trem, por exemplo, que era um custo adicional. E faz ajuste até na carga horária do curso", explica Baseggio. Outro exemplo: quem pretendia fazer o High School por um ano em uma escola privada na Austrália, pode mudar os planos e estudar por seis meses no Canadá. Nesse caso, o custo pode cair até 40%.

segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

Novidade para as Brasileiras

Está disponível exclusivamente para nós, futuras Au Pairs brasileiras uma nova ferramenta que nos auxiliará na incansável busca por famílias.
agora podemos elaborar um vídeo de aproximadamente 2 minutos e nele falar um pouco sobre nós, como somos, o que fazemos, experiências com crianças entre outras coisas que julgarmos importante para uma boa colocação.
Converse com sua consultora e saiba mais sobre esse como elaborar esse vídeo, como postar entre outras coisa.

boa sorte a todas!